Diretor teatral e músico, graduado em Música e mestrando em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC.

Transita na direção entre o teatro, o cinema e a música.

CINEMA: Em 2007 ganhou o prêmio Inovação Fotográfica com o vídeo Olhos de Criança no Festival do Livre Olhar (Flô) em Porta Alegre. Em 2008 estreou o curta-metragem ‘A Mão do Macaco’, prêmio do edital Cinemateca Catarinense. O curta foi selecionado para o 3º curta cine fantástico de São Paulo e para o FAM (Festival Audiovisual do Marcosul, em Florianópolis), assim como foi pré-selecionado para o Hollyshorts Festival em Hollywood. O Travesseiro de Penas (sobre conto de Horacio Quiroga)foi o projeto vencedor do VIº Prêmio FUNCINE de Florianópolis. Para 2018 planeja filmar Peça para Solidão Solo (roteiro original) e o curta Berenice corta o Cabelo (sobre o conto de F. Scott Fitzgerald).

TEATRO: É um dos fundadores, em 2001, da Persona Cia. de Teatro, onde dirigiu os espetáculos F. e Castelo de Cartas – de Rogério Christofoleti, E.V.A. de Christiano de Almeida Scheiner e Nem mesmo a chuva tem mãos tão pequenas sobre a obra ‘The Glass Menagerie’ de Tennessee Williams. De 2008, A Galinha Degolada, sobre conto de Horacio Quiroga, se apresentou em diversas cidades do país participando de projetos importantes como o circuito EmCena Catarina do SESC e do Viagem Teatral, patrocinado pelo SESI – SP. Em 2011 o espetáculo fez parte da programação do Palco Giratório – SESC (turnê nacional) e foi o único representante brasileiro no CASA – Latin American Theatre Festival em Londres.

A partir de 2003 inicia uma parceria com o ator Renato Turnes na criação da Trilogia Lugosi – três monólogos sobre contos fantásticos. O primeiro foi O Coração Delator, sobre conto de Edgar Allan Poe, o segundo Outsider, sobre conto de H. P. Lovecraft e o terceiro, O Fantástico Homem que Imita a si mesmo, sobre história de Fernando Bonassi. Dirigiu em 2008 a atriz Marisa Naspolini, no espetáculo vencedor do Prêmio Myriam Muniz de Teatro daquele ano: Simulacro de uma Solidão, sobre a obra de Ana Cristina César. Em 2012 estréia o monólogo Os Bons Serviços com a atriz Betinha Mânica, do grupo Teatro depois da Chuva, de Passo Fundo no Teatro do Sesc Florianópolis. Também em 2012, estréia o monólogo A Morte de Ofélia com a atriz Samantha Cohen, através do edital municipal de apoio às artes de Joinville. Estreia, em 2014, através do Edital Municipal de Chapecó, o monólogo Visagem, com a contadora de histórias e atriz Josiane Geroldi. Também estreia em 2014, com a Persona Cia de Teatro, a montagem de OTELO de W. Shakespeare (Prêmio Myriam Muniz e Elisabete Anderle 2013) e, em 2016, estreia o espetáculo Cena Morta, com texto de sua autoria.

MÚSICA: Trabalhou como assistente da maestrina Mércia Mafra Ferreira, no Coro Pró Música de Florianópolis – de 1996 a 2003. É responsável pela direção do grupo Cantus Firmus (criado em 2003), especializado em música medieval e renascentista. Realizou com o grupo o projeto ‘Música da Renascença nas Igrejas’, com patrocínio dos Correios, em 6 capitais do país. Realizou em 2011 a gravação do CD ‘Missa Brevis’ com a obra do compositor italiano Giovanni Pierluigi da Palestrina (1525-1594). Realizou a turnê de música erudita do SESI – SP em 2012. Em 2014 lança o primeiro DVD do grupo – Madrigais de Monteverdi, pelo Edital Elisabete Anderle 2013. Em 2015 participa do Festival de Inverno do SESC – RIO e do projeto Rede Sesc de Música – SC. É contemplado com o Edital Elisabete Anderle novamente em 2017, para a comemoração dos seus 15 anos de existência. Também em 2017 passa a integrar como cantor o Polyphonia Khoros, sob a regência de Mércia Mafra Ferreira.

É um dos fundadores da Camarim – Escola de Arte, localizada no Balneário do Estreito, em Florianópolis, onde ministra aulas de música e teatro. Prepara a dissertação –  A orquestra invisível: o trabalho do encenador a partir dos conceitos fundamentais da linguagem musical.

Jefferson Bittencourt

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Atriz, produtora cultural e professora de teatro na Camarim Escola de Arte.

Teatro: Cursa Graduação em Artes Cênicas na Universidade Federal de Santa Catarina.

Participa da Persona Cia de Teatro, desde 2013, como atriz e produtora. Atua no espetáculo Cena Morta com texto de Jefferson Bittencourt (2016). Atua no espetáculo “Otelo”, de Shakespeare, premiado no Edital Funarte de Teatro – Myriam Muniz 2013 e Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura 2013.

Participou do Grupo Teatro em Trâmite como produtora e atriz.

Foi aluna na Camarim Escola de Arte.

Cinema: Como produtora de cinema, assina a direção de produção do curta metragem Travesseiro de Penas (sobre conto de Horacio Quiroga) projeto vencedor do VIº Prêmio FUNCINE de Florianópolis e também do DVD Cantus Firmus – Madrigali D’Amore, projeto premiado pelo edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura 2013.

Bailarina: Foi bailarina do Studio de Ginástica e Dança do Instituto Estadual de Educação, coordenado na época pela professora Marina Lingner Heidrich de Carvalho, de 1989 a 1999. Com o Studio de Ginástica e Dança participou de festivais de dança como bailarina, destacando-se o XV Festival de Joinville.

Giselle Kincheski

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Produtor cultural, ator e jornalista

Natural de Florianópolis, Marcilênio Arruda, 41 anos, é graduado no curso de Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI), em 2001, e em Artes Cênicas – Habilitação em Teatro pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em 2017.

Durante a carreira produziu e editou programas de rádio, jornais e revistas, websites e audiovisuais corporativos, em veículos da imprensa, agências de propaganda e empresas privadas. Como jornalista realizou a cobertura de campeonatos esportivos como Stock Car, Brasileiro de Rally, Superliga Masculina de Vôlei e atuou como assessor de comunicação das equipes oficiais automobilísticas das montadoras Fiat, Chevrolet, Honda e Lamborghini.

Microempreendedor da Mandaletra Produções, agência multimídia produziu e dirigiu vídeos institucionais para as indústrias farmacêuticas Cimed, Pharlab, Multilab e Geolab. Como produtor de cinema, assina a assistência de direção do documentário “Que tenha passado – Trilhos Históricos”, uma trilogia sobre as ferrovias catarinenses com realização da Associação Cultural Panvision, direção de Beatriz Peixoto, produção da Muringa Produções Audiovisuais.  O filme, gravado em mais de 15 cidades da região, aborda a questão do patrimônio imaterial constituído pela memória dos ferroviários e das comunidades que conviveram com a realidade do trem. Foram mais de 40 depoimentos, em mais de 60 horas gravadas.

Trabalhou como produtor e atuou no espetáculo teatral “Parasitas”, com texto do dramaturgo alemão Marius von Mayenburg, encenada pelo ‘Grupo Realejo Encena’.

Marcilênio Arruda

MarcilÊnio